Com a vindima feita e num cenário de mudança deveríamos reflectir sobre o futuro da vinha, nomeadamente da propriedade da vinha e dos impactos que isso poderá ter no tecido social. Se por um lado é bom que a actividade se assuma cada vez mais competitiva, por outro lado, o pequeno produtor é cada vez mais remetido a um lugar secundário, sendo praticamente pressionado a desistir.

Ainda assim dá gosto entrar numa qualquer superfície comercial e ver as marcas da nossa região em lugar de destaque. O problema é que estamos a acabar com os poucos viticultores, até porque fazendo bem as contas não compensa produzir uvas para depois vender e receber uns trocos anos depois. 

 

publicado por José às 15:11