Agradeço ao Rui Barros estas fotografias únicas da nossa vivência com a vinha e com o vinho. Nelas não deveria ser apenas o Coração do Dão em palavras, deveria ser em actos capazes de perpetuarem essa nossa relação com a terra e com o produto é emblema da nossa região.



São utensílios e memórias que se perdem se nada for feito. Com a importância crescente do vinho como praticamente o único produto que nos liga à terra parece-me, não deixo de insistir neste ponto, ser necessário pensar-se na criação de um Museu do Vinho e da Vinha do Dão, até porque o recheio parece que existe, faltam instalações e acções.



Pensem nesta questão enquanto se absorvem pelas imagens e pelas memórias que nos trazem, pelos menos aos mais velhos, pois os jovens não viveram estes objectos, têm é aqui uma oportunidade de as ajudarem a perpetuar.
publicado por José às 20:38