Pois é, amigos! Decidi dedicar um pequeno blog ao nosso Folhadal. Para quem não sabe um blog é como que uma página pessoal feita na Internet em jeito de diário, com a virtude de permitir alguma interactividade, uma vez que cada texto ou fotografia estão abertos aos comentários de quem desejar deixar os seus. Após uma breve experiência com um blog mais pessoal fiquei encantado com a reacção, pelo que, após me terem sugerido “guardar” os meus artigos, decidi dedicar um blog a eles e à nossa terra. A tarefa tem implicado algum esforço, uma vez que tenho escrito vários artigos neste nosso Planalto, contudo é facilitada pelo facto de ter todos os artigos publicados guardados em versão digital. Lamentavelmente sou obrigado a assumir a falta de rigor relativamente à data de publicação dos artigos, talvez um dia consiga superar essa lacuna, até lá decidi dividir os artigos publicados em três períodos: 1998-2002, 2003, 2004. Dentro de cada período definido, exceptuando o primeiro deles – “Recordações do meu pequenino Folhadal”, os artigos inseridos não seguem qualquer ordem. E exceptuando os artigos publicados em 2004, que a seu tempo vão ser devidamente referenciados.
O blog não segue um único objectivo Decidi atribuir-lhe duas vocações principais: servir de arquivo vivo aos artigos que tenho publicado neste nosso jornal e colocar em espaço virtual trechos da nossa terra, sobretudo algum do seu património (por exemplo, as abandonadas sepulturas antropomórficas, incluo novamente a do Colóquio em formato integral, onde parece que começa a haver luz, assim seja). Se cumprir esses objectivos acredito que venha a chegar a outros públicos que o nosso Planalto não abarca, porventura um público mais jovem e um público que tanto pode viver na nossa terra como viver em qualquer um dos cantos do mundo. De facto, uma das maiores virtudes da Internet é a de permitir chegar mais longe e a novos públicos. Ao chegar a mais pessoas será um contributo para a preservação do que é nosso e a nós cabe defender. Em suma, procura assim sensibilizar todas as gerações em todos os continentes e, em última instância, procura também sensibilizar os poderes públicos para os nossos problemas e para as nossas riquezas.

Apesar de ter sido um blog criado por mim e alimentado pelo meu próprio espólio, não é propriamente pessoal, até porque já possuo um. É dedicado à nossa terra e pretende ser um espaço aberto de debate e reflexão sobre os nossos problemas. Conto, desde já, com a visita dos que possam por lá passar e que queiram deixar o seu contributo. A navegação no blog é muito simples. O visitante ao entrar depara-se com os últimos artigos inseridos, os artigos anteriormente inseridos encontram-se nas pastas de arquivo de cada mês, neste caso basta clicar em Setembro de 2004, que se encontra do lado esquerdo do monitor, para aceder a todos os artigos por mim publicados no nosso Planalto entre 1998 e 2002. Tenho pena de não ter os necessários conhecimentos de HTML para assim melhorar todo o grafismo, sobretudo as fotografias. De qualquer modo para breve tenho prevista a inserção de diversas fotografias alusivas à nossa terra, entre as quais as relativas à procissão de Santa Eufémia.
Termino este artigo informativo com uma breve nota sobre a série que a RTP1 tem vindo a exibir desde finais de Setembro. Refiro-me à série de 4 episódios “Portugal – um retrato ambiental”, da autoria de Luísa Schmidt, na qual tive oportunidade de dar uma mãozinha, tal como é referido na respectiva ficha técnica. A série de 4 episódios tem os seguintes subtítulos: 1 episódio – “País de contrastes”, 2 episódio “Das catástrofes às fontes de energias”, 3 episódio “As águas”, 4 episódio “Paisagem & ordenamento”.

P.S. – Em próximo registo darei resposta às questões formuladas pelo Sr. Jorge Gonzalez Esteves


José Gomes Ferreira

P.S. Por um qualquer motivo não consigo inserir a foto, tentarei em outro momento
publicado por José às 13:46