Embora sejam autênticos ícones da nossa região e testemunhas da nossa história agrária são praticamente esquecidas por quem de direito e desconhecidas dos olhares de muitos.

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Não sei se ainda estão em uso, a julgar pelo estado do edifício identificado como sendo da Federação de Vitivinicultores do Dão não parece. Curiosamente situam-se paredes meias com a autarquia.

Orca ou anta do Folhadal

Embora para lá chegar seja um martírio, pois onde antes havia um caminho rural agora nem uma caminho de cabras existe, continua a ser um dos monumentos mais emblemáticos da nossa terra. Seria bom que autarquia se desse conta da sua importância.

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O pelourinho

Naturalmente que um dos símbolos mais representativos da nossa terra é o nosso pelourinho. Simboliza a atribuição por D. Dinis do foral a 26 moradores desta terra.

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Simboliza por isso, não apenas o poder civil, como também a união destas gentes que se tem perpetuado durante séculos e séculos.

O Buraco da Moira

Símbolo de lendas sobre a Moira encantada é o Buraco da Moira (ou Buraca), cuja história oral caso não esteja colocada por escrito pode muito bem ter-se perdido, pois, ao que parece, está a perder-se na tradição oral.

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Espero o contributo da vossa parte para se recuperar essa lenda.

Marco geodésico

Embora as pessoas pouco saibam sobre ele sempre demonstraram um enorme respeito pelo nosso marco geodésico, só é pena que a área adjacente esteja cada vez mais a ser atropelada pelo fervor da construção.

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A Capela de Nossa Senhora da Tosse

Símbolo da fé das nossas gentes é a Capela da Nossa Senhora da Tosse, com uma história cheia de quotidianos de uma extrema riqueza.

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Outrora lugar de romarias onde as gentes das localizades vizinhas se reencontravam não apenas na fé mas momentos de sociabilidades muito simbólicas, apenas reproduzidos em cada procissão e na eventual ida à feira mensal.
A história da construção da capela nesta terra e com aquele posicionamento é quase uma verdadeira lenda que aos poucos será por todos desvendada, desde que colaborem.
publicado por José às 13:53