Penso q o facto de eu aludir à necessidade da existência ou não de uma pessoa de consensos para ultrapassar a cisão concelhia levou a interpretações q não pretendia. Repito q não tenho qualquer simpatia política, mais ainda, se o Dr. Correia tinha já ultrapassado o prazo de validade também é verdade que o processo de eleição da Dr.ª Isaura no mínimo deixa qualquer um na expectativa, aliás sobre isso falei no dia seguinte às eleições e em textos seguintes.
É verdade é q defendo, do ponto de vista teórico, a necessidade de rotatividade e a necessidade de se encontrar no contexto local uma figura de consenso, não afirmei é q a recém eleita fosse essa figura, sinceramente espero q sim, todavia recordo-me do q se falou na altura sobre a sua escolha, tendo sido preterido o líder da concelhia do partido maioritário. Ora, para q a Dr.ª Isaura possa ser essa figura de consenso no concelho terá, em primeira instância, de ser uma figura de consenso dentro da coligação, o q não parece ser tarefa fácil. Importa relembrar, para partidários eventualmente esquecidos, q assumir a presidência da autarquia equivale a servir o povo do concelho, quer os q votaram na candidata, quer todos os outros, quer os filiados nesses partidos, quer os indiferentes. Este parece-me ser o primeiro desafio a ultrapassar, q não se desfaz num momento, terá de acompanhar todo o mandato.
publicado por José às 09:19