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Quinta-feira, 20 / 07 / 06

Ainda o Tribal, outras opiniões

Ainda bem que surgem outras vozes a defender a qualidade do Tribal e da organização, deixo-vos de seguida a opinião do Rui Marques

«No passado dia 15 de Julho, na Localidade do Folhadal, o grupo Ritmos do Fogo participou, novamente, numa festa que de ano para ano se torna mais atraente, a Festa Tribal.

Este ano particularmente foi de louvar a organização, que transformou aquele espaço numa noite verdadeiramente fantástica, ao som de músicas do mundo adequadas ao tema da festa. E aliada a este ambiente místico, cheio de ritmo e emoção, pudemos desfrutar de diferentes actividades: desde a Arte da Música, do Fogo, do Artesanato e do verdadeiro misticismo reproduzido pela presença do Bruxo Alexandrino.

Finalmente, e porque a organização foi extremamente perspicaz e preocupada com a população mais jovem, pudemos apreciar no final dos espectáculos a uma performance de um DJ de Música Reggae que conseguiu prolongar uma noite animada e acima de tudo muito mística.


Cumprimentos,


Ritmos do Fogo»

publicado por José às 20:47
Quinta-feira, 20 / 07 / 06

«Histórias do arco da velha recolhidas»

Por mero acaso encontrei este texto publicado no Diário de Notícias no dia 15 de Novembro de 2005

«Já ouviu falar na Senhora da Tosse, um belo pretexto, aliás, para o lugar do Folhadal (Nelas) realizar uma aparatosa procissão na segunda-feira de Páscoa? E na donzela Vitória, do concelho de Ourique, cuja paixão a levou à guerra, e a travestir-se como guerreiro Vitorino?

Uma recolha exaustiva das mais significativas lendas associadas aos concelhos portugueses foi agora reunida em livro (ver caixa), por Viale Moutinho, ex-jornalista do Diário de Notícias e escritor que há muito investiga sobre literatura popular, desenterrando tudo quanto seja adivinhas, cancioneiros, contos, jogos populares ou lengalengas. Para este Portugal Lendário, Viale Moutinho recorreu a bibliografia - nomeadamente de Leite de Vasconcelos, Almeida Garrett e Alexandre Herculano -, mas também fartou-se de bater a algumas portas, onde pessoas de idade e ainda lúcidas lhe lembraram verdadeiras histórias do arco da velha.

Mas nem todas são assim tão velhas. A propósito do Entroncamento, apenas concelho em 1932, o autor conta que os "fenómenos" da terra datam desse tempo, e de quando o correspondente de vários jornais, Eduardo Brito, entusiasmado com "as bizarrias made in USA" achava que estas "eram um óptimo exemplo para divulgar uma terra onde apenas se cruzavam as linhas dos comboios". Sendo assim, o primeiro fenómeno do Entroncamento que descobriu foi um raro melro branco. Mas depressa fez notícia do que lhe iam trazendo galinhas com quatro patas ou carneiros com cinco chifres... com isto o fenómeno estava lançado e, ainda hoje, faz as delícias de muitos jornais.

"Todas as lendas ou contos populares começam com um facto histórico" recorda, ao DN, o escritor, sublinhando que a evolução das histórias ao longo do tempo vai sofrendo a intervenção de quem as conta e acrescenta um ponto. "Às vezes há várias versões da mesma lenda. Isso quer dizer que há uma evolução que passa por nós. Aliás, defendo que podemos e devemos intervir à vontade."

As 308 lendas e contos populares reunidas neste livro foram as mais significativas de cada concelho. Mas o escritor diz que ainda tem disponíveis outros nove mil contos.

Cada lenda tem também a marca do seu ilustrador, José Faria, um conhecido artista plástico da área da gravura, desenho e pintura.»

Do mesmo dia fica também a referência da obra e do editor

«Histórias para ouvir e contar
São 400 páginas de grande formato orladas a ouro que congregam 308 lendas e outros contos tradicionais de todos os concelhos do País. O papel é de qualidade superior e a encadernação de luxo. A pesquisa foi feita pelo jornalista e escritor Viale Moutinho, a que se juntam as 308 ilustrações do artista plástico José Faria, professor de gravura e desenho. Portugal Lendário - O Livro de Ouro das Nossas Lendas e Tradições tem a chancela das Selecções Reader's Digest e vende-se ao preço de 54,80 euros.»
publicado por José às 09:48
Blog do Folhadal e de todo o concelho de Nelas

Julho 2006

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