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Terça-feira, 25 / 07 / 06

«TRIBAL Festival 15 Julho 2006»

Malta fica mais uma opinião sobre o II Tribal, entretanto espero que o meu artigo ainda vá a tempo de sair na próxima edição do Planalto, como não estive presente tentei escrever a partir da vossa opinião e de diversas outras reacções, foi escrito um pouco à pressa pois nesta altura do campeonato o trabalho é tanto que nem os fins-de-semana escapam. Fica o testemunho da Conny Kadia na primeira pessoa:

Acho muito bem organizado este trabalho cultural e inovativo - que se viu
no público bastante misturado entre jovens, adultos, famílias,
principalmente de Folhadal e de Nelas, e alguns de fora.
Isto já foi programato atrás do programa da noite, criancas do workshop
(que trazem famílias) - eles gostavam muito do djembé - viu-se até ao final
da noite!!
grupo de teatro de Nelas, que trouxe amigos e público de alí,
danca do ventre, uma dancerina de Coimbra!, que era uma coisa ingrasada,
que ninguem ainda viu ao vivo!
e durante toda a noite, música africana com o Djembé Orchestra Mondega
D.O.M. - e os Rítmos de Fogo -
e DJ com música Reggea.

O número de público da minha opiniao estava enorme, um successo, como está
muito difícil, chamar tantas pessoas num espaco tao afastado, alèm de muita
publicidade profissional.

As pessoas presentes do público pareceram todas contentes, que receberam um
programa alternativo durante uma noite, "uma noite diferente", como deveria
se realizar cada vez mais nas aldeias como nas cidades.
O publico estava bem alegre e pacífico, tambem um aspeito importante, que
nao havia abuso de alcool ou ambiente estranho.

Da parte dos actores, quero dizer, que foi tudo bastante bem organizado.
O programa com muita variedade, alguns atrásos, que sempre acontecem,
estava muito bem preparado o espaco dos concertos, palcos, decoracao, a
feira de Artes, o bar,
o jantar para os artistas.

Faltou uma coisa importante, por falta de dinheiro da parte da Ass. Folhadal:::
SOM com mais perfeicao !!
"Faltou uma perfecao de som" - isto lamentou a parte do público -
e alí é pena, que a Ass. Folhadal nao recebeu mais apoio, talvez da Camara
Municipal ou talvez de outros lados,
para ter no espaco um equipamento de som mais perfeito.

Era uma pena, que eu vi, poucos pessoas activas da Ass. Folhadal na
construccao das coisas,
é uma pena, nao apoiar mais pessoas, que tem novas ideias, que alimentam a
cultura regional, nao robam !!
Há poucas pessoas destas !!
O "NORMAL" na Beira Alta é, fazer nada. E isto também ninguem gosta.

ENTAO PORQUE NAO SUPORTAR PESSOAS, quais gostam trabalhar e partilhar
outras culturas !!???

Eu, residente em Tábua, vejo muitas vezes para SEIA !!! Câmara Municipal,
Casa de Cultura, Festivais internacionais !!
Pergunto-me, como as pessoas alí podem ser tao diferentes ??
Ou há pessoas importantes com mais abertura cultural ??
Seia está tao pertinho de Tábua, tao pertinho de Nelas.
Ainda bem, para quem gosta de vez em quando receber alta cultura presentado
no prato.

Agracedo a sua atencao, conny kadia,
escola de djembé & doundoun mondega, tábua»
publicado por José às 08:31
Sexta-feira, 21 / 07 / 06

Fotos II Tribal

A bela
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E o cromo assumido
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publicado por José às 15:08
Sexta-feira, 21 / 07 / 06

Mais fotos do II Tribal

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publicado por José às 15:04
Sexta-feira, 21 / 07 / 06

Imagens do II Tribal

Agradeço ao Luís Costa as belíssimas fotos do II Festival Tribal, a quem deveremos igualmente agradecer o seu empenho, tal como a todos os envolvidos nesta grande festa. Pelas reacções recebidas fica a certeza que, não sendo fácil, firma-se no nosso Folhadal um novo conceito e uma nova expressão de cultura - da cultura da diversidade -, são eles que colocam a nossa terra no centro dessas vivências e desses acontecimentos. Obrigado a todos eles.

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Só pela magia que transparece das imagens dá vontade viver esses momentos, da aprendizagem dos mais novos nas andanças do djembé à actuação dos profissionais fica bem patente que se tratou de um momento único na nossa terra.

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Não é apenas a nossa tradição cultural que conta, apresentar a diversidade é igualmente importante, sobretudo como abertura em relação ao que se passa à nossa volta, aliás, só conhecendo o alheio temos a verdadeira noção do real valor do que é nossa, só nesse momento poderemos fazer o mesmo percurso - divulgar a nossa cultura pelo mundo

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publicado por José às 13:56
Quinta-feira, 20 / 07 / 06

Ainda o Tribal, outras opiniões

Ainda bem que surgem outras vozes a defender a qualidade do Tribal e da organização, deixo-vos de seguida a opinião do Rui Marques

«No passado dia 15 de Julho, na Localidade do Folhadal, o grupo Ritmos do Fogo participou, novamente, numa festa que de ano para ano se torna mais atraente, a Festa Tribal.

Este ano particularmente foi de louvar a organização, que transformou aquele espaço numa noite verdadeiramente fantástica, ao som de músicas do mundo adequadas ao tema da festa. E aliada a este ambiente místico, cheio de ritmo e emoção, pudemos desfrutar de diferentes actividades: desde a Arte da Música, do Fogo, do Artesanato e do verdadeiro misticismo reproduzido pela presença do Bruxo Alexandrino.

Finalmente, e porque a organização foi extremamente perspicaz e preocupada com a população mais jovem, pudemos apreciar no final dos espectáculos a uma performance de um DJ de Música Reggae que conseguiu prolongar uma noite animada e acima de tudo muito mística.


Cumprimentos,


Ritmos do Fogo»

publicado por José às 20:47
Quinta-feira, 20 / 07 / 06

«Histórias do arco da velha recolhidas»

Por mero acaso encontrei este texto publicado no Diário de Notícias no dia 15 de Novembro de 2005

«Já ouviu falar na Senhora da Tosse, um belo pretexto, aliás, para o lugar do Folhadal (Nelas) realizar uma aparatosa procissão na segunda-feira de Páscoa? E na donzela Vitória, do concelho de Ourique, cuja paixão a levou à guerra, e a travestir-se como guerreiro Vitorino?

Uma recolha exaustiva das mais significativas lendas associadas aos concelhos portugueses foi agora reunida em livro (ver caixa), por Viale Moutinho, ex-jornalista do Diário de Notícias e escritor que há muito investiga sobre literatura popular, desenterrando tudo quanto seja adivinhas, cancioneiros, contos, jogos populares ou lengalengas. Para este Portugal Lendário, Viale Moutinho recorreu a bibliografia - nomeadamente de Leite de Vasconcelos, Almeida Garrett e Alexandre Herculano -, mas também fartou-se de bater a algumas portas, onde pessoas de idade e ainda lúcidas lhe lembraram verdadeiras histórias do arco da velha.

Mas nem todas são assim tão velhas. A propósito do Entroncamento, apenas concelho em 1932, o autor conta que os "fenómenos" da terra datam desse tempo, e de quando o correspondente de vários jornais, Eduardo Brito, entusiasmado com "as bizarrias made in USA" achava que estas "eram um óptimo exemplo para divulgar uma terra onde apenas se cruzavam as linhas dos comboios". Sendo assim, o primeiro fenómeno do Entroncamento que descobriu foi um raro melro branco. Mas depressa fez notícia do que lhe iam trazendo galinhas com quatro patas ou carneiros com cinco chifres... com isto o fenómeno estava lançado e, ainda hoje, faz as delícias de muitos jornais.

"Todas as lendas ou contos populares começam com um facto histórico" recorda, ao DN, o escritor, sublinhando que a evolução das histórias ao longo do tempo vai sofrendo a intervenção de quem as conta e acrescenta um ponto. "Às vezes há várias versões da mesma lenda. Isso quer dizer que há uma evolução que passa por nós. Aliás, defendo que podemos e devemos intervir à vontade."

As 308 lendas e contos populares reunidas neste livro foram as mais significativas de cada concelho. Mas o escritor diz que ainda tem disponíveis outros nove mil contos.

Cada lenda tem também a marca do seu ilustrador, José Faria, um conhecido artista plástico da área da gravura, desenho e pintura.»

Do mesmo dia fica também a referência da obra e do editor

«Histórias para ouvir e contar
São 400 páginas de grande formato orladas a ouro que congregam 308 lendas e outros contos tradicionais de todos os concelhos do País. O papel é de qualidade superior e a encadernação de luxo. A pesquisa foi feita pelo jornalista e escritor Viale Moutinho, a que se juntam as 308 ilustrações do artista plástico José Faria, professor de gravura e desenho. Portugal Lendário - O Livro de Ouro das Nossas Lendas e Tradições tem a chancela das Selecções Reader's Digest e vende-se ao preço de 54,80 euros.»
publicado por José às 09:48
Terça-feira, 18 / 07 / 06

Sobre II Concerto Tribal

Como tinha previamente avisado foi impossível estar presente no Tribal deste ano, com pena minha, pois é das iniciativas com as quais me identifico, mas trabalho é trabalho e, mesmo sendo fim-de-semana, tive de trabalhar sem parar.
Obviamente, se não estive presente não vou tecer comentários, aproveito a oportunidade para divulgar um comentário sobre o Tribal que me foi enviado, sobre o qual devo dizer que entendo a mágoa e o inconformismo face aos interesses de alguns, sempre afirmei que um dos problemas do Folhadal (e de Portugal em geral) deve-se ao facto de cada um querer "puxar a brasa à sua sardinah", quando os interesses individuais se sobrepoem aos interesses coelctivos e quando o desejo de protagonismo individual esmaga o que deveria ser a vontade colectiva é no minimo triste. Da minha parte ficam votos de apreço pela iniciativa, considerando que, apesar das contrariedades, se deve repetir em próximos anos, o que naturalmente implica o esforço de muitos. Sei que vão dizer que não faço nada, é natural que o digam, reconheço as minhas limitações, todavia, farei sempre o que estiver ao meu alcance em prol da nossa terra e não pensem que lucro seja o que for com isso, tal como a organização do Tribal tem muitas iniciativas são fruto do amor à camisola, que é no fundo a nossa terra. Por isso, não desistam, a teimosia de alguns é que muda a mesquinhez de outros.
Deixo-vos entretanto a opinião do Luís:

«Sobre II Concerto Tribal
Não sou pessoa de saber bem escrever e admito que tenho algumas dificuldades em transmitir as minhas ideias e pensamentos.

Mesmo com estas dificuldades e outras na realização da festa, vou aqui tentar transmitir o que foi o II Concerto TRIBAL, que se realizou no passado dia 15 de Julho no recinto exterior da Associação do Folhadal.

Como se sabe é uma festa alternativa, mas que tenta mostrar ao povo do Folhadal e ao Concelho de Nelas outras formas de Arte e do Espectáculo, que vão do artesanato, ao teatro e música, etc.

Assim a iniciativa de envolver as crianças do Folhadal dando a conhecer um instrumento como o Djembé foi um êxito. Todas as crianças inscritas gostaram de contactar com este instrumento e de participar no espectáculo, contribuindo esta actividade para o seu enriquecimento cultural.

Como o palco este ano foi montado no ringe desportivo e tal como eu já receava, as pessoas ficaram sentadas na bancada lateral e ficaram fora do ringue, tendo as crianças do Folhadal feito a sua actuação num “ambiente frio”, ou seja as pessoas estavam a ver ao longe o que é triste para quem esta em cima de um palco.

Na minha opinião a população deveria ter estado junto do palco a ver as suas crianças dando desta forma mais calor ao seu desempenho.

Em termos gerais correu bem todo o evento, mas admito algumas falhas como por exemplo o atraso que aconteceu com a peça de teatro, facto que quebrou um pouco do ritmo da festa e o Bruxo Alexandrino em Palco foi medíocre.

Outro factor com o qual estou desanimado foi o número de pessoas presentes do Folhadal, pois esta festa foi muito mais participada e admirada por gente vinda de vários pontos em nosso redor, como Oliveira do Hospital, Carregal do Sal, Tábua, Aveiro e Coimbra.

No passado ano de 2005 as entradas rondaram as 370 pessoas este ano a bilheteira ficou pelas 358 entradas.

Espero que o facto de as pessoas do Folhadal não terem aderido mais a este evento, nada tenha a ver com a pessoa que neste momento explora o Bar da Associação do Folhadal.

A pessoa que em causa, nada fez para que todo este evento fosse um factor positivo para a nossa terra, muito pelo contrario, apenas dificultou a vida a quem quer trabalhar, divulgar e mostrar o que pode fazer este povo, quando está todo junto e do mesmo lado, com a vontade máxima e apenas de levar o nome da nossa terra bem longe.

Este tipo de gente demonstra falta e inteligência, egoísmo, cobardia e representa claramente e sociedade podre que nos rodeia todos os dias.

Com a ajuda de pessoas desta estirpe que decidem fazer festas no mesmo dia do II Concerto Tribal, que diz que “a Festa Tribal vai ser um fiasco”, que especula sobre os preços dos bilhetes, que durante a manhã do dia 15 de Julho dificulta ao máximo a aprendizagem das crianças do Folhadal no workshop de Djembé, eu pergunto:

Qual será o futuro do Folhadal???

Porque será que quando alguém quer fazer algo de positivo, tem de ter atrás de si gente que só quer protagonismo e outros que só querem dificultar (como por exemplo a Senhora que explora o Bar da Associação) e não pretendem colaborar???

A pessoa que estiver explorar o Bar da Associação só tem a ganhar com este tipo de eventos, porque é uma forma de divulgação e promoção do Bar da Associação e do Folhadal.

Neste caso em concreto, foi proposto a quem explora o Bar da Associação, pagar um dos vários artistas presentes na festa. Aqui os valores em causa estão entre 100 euros até aos 350 euros, podendo desta forma escolher o valor a pagar e em contrapartida, explorava uma barraquinha com diversos tipos de comidas.

Foi feita esta proposta porque no I Concerto Tribal se verificou que era rentável a exploração de uma barraquinha com diversos tipos de comidas.

A proposta efectuada não foi aceite e não recebeu a organização qualquer tipo de sugestão ou solução. A isto adiciono o facto de a Senhora a quem foi feita a proposta, dizer, a quem a quer ouvir, que a Organização do II Concerto Tribal, lhe pediu 850.00 euros, o que é falso.

Este facto levou a que a “Exploradora” do Bar da Associação, tenha ganho algo mais sem ter feito qualquer tipo de esforço para que o II Concerto Tribal fosse um sucesso ainda maior.

Acho estranho o facto de em dias normais e mesmo em fins de semana que a esplanada não ser devidamente colocada, e as pessoas não sejam atendidas com o devido profissionalismo como requer o preço que se paga.

O factor profissionalismo, o aspecto do saber estar, e saber separar a vida pessoal da vida profissional deveria no meu entendimento, ser elemento básico para se saber servir outras pessoas, com o intuito de prestar o melhor serviço possível.

Com estes factos pergunto porque é que no dia 15 de Julho, foi dado tanto emprenho e dedicação umas quantas cadeiras e mesas de uma explanada que não pertencem a quem explora o Bar da Associação???

Não se estranhava esta situação, se a exploração da explanada no recinto da associação fosse efectuada de forma regular e constante.

Em relação a cinco participantes da mostra de artesanato e a uma barraquinha que fazia tranças no cabelo, tipo “rasta”, foi inicialmente pensado em se cobrar algum valor pela mostra destas artes na nossa festa, mas depois foi decidido nada se cobrar, pois não sabíamos qual seria o retorno que estes expositores poderiam ter.

Aqui devo dizer que foi um contributo importante para a riqueza da festa, mas notei que algumas pessoas ficaram sentadas nas bancadas do recinto e em sua volta, sem terem visitado o que estava exposto.

Aqui mais uma vez pergunto… será que valeu apenas aos participantes da mostra de artesanato terem vindo?

Na minha opinião valeu apenas no sentido cultural, porque é uma mais valia e mostra o que se faz na nossa terra, mas é apenas a minha opinião…

Em conclusão e segundo a minha forma de estar e pensar, gente que não apoia o que é feito na nossa terra, não é bem vinda, gente que não sabe o que quer da vida, e que não tem capacidade para fazer algo de positivo e de deixar legado para o bem comum, não é bem vinda.

Este tipo de gente mesquinha e com sentido supérfluo da vida só vem trazer conflitos e desunião na comunidade, desenvolvendo aqui os seus pratos favoritos que são a coscuvilhice intriga, inveja e mal dizer.

Infelizmente isto acontece porque na nossa sociedade temos de lidar no nosso dia a dia com gente sem criatividade, sem espírito crítico, mas que no entanto se tenta evidenciar da pior forma, que é sobre a forma de nódoa.

Para todos os que comungam dos comportamentos e ideais atrás referidos, que criticam por criticar sem nada apresentar aqui fica o meu inteiro desprezo.

Neste ponto final, saliento o valor de os todos os que colaboram, que ajudam verdadeiramente, que acreditam e respeitam outras formas sérias de estar e de pensar.

A estes devo respeito e consideração

Para eles o meu profundo agradecimento.

Assinado

Luís Costa»
publicado por José às 15:35
Terça-feira, 11 / 07 / 06

Tribal Tribal

Importa que se diga o que é o djembe, para quem não sabe é um instrumento de percussão africana ligado a vários rituais, mas sobre isso e muito mais podem pesquisar pela net, foi o que eu fiz. Deixo-vos um endereço (era para ser o link mas o blog precisa de um novo template, anda um pouco instável que se passou quando inseri um link) no qual ensinam a construir um djembe a partir de piteira.

http://www.gaiteirosdelisboa.com/djembe.htm

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Não temos desculpa para não comparecer, temos o mau vício de nos queixar quando não temos iniciativas e depois quando a malta organiza com o seu esforço uma iniciativa como esta quem se queixava não aparece, agindo como se não fosse para si, manifestando até alguma arrogância por não ir, como se fosse algo desprezível para isso. É chegado o momento de cada um se chegar à frente, até porque a ideia é fazer uma festa em redor de outras culturas, o que é fantástico. Se é verdade que deveremos preservar o que é nosso, também é verdade que só conhecendo outras culturas seremos realmente capazes de valorizar a nossa. Por isso mesmo, bora lá ao TRIBAL.
publicado por José às 10:01
Segunda-feira, 10 / 07 / 06

Bora todos ao Tribal

Como sabem no próximo fim-de-semana vai realizar-se na nossa terra o II Festival Tribal. A julgar pela magia com que nos brindou no ano passado este verá ser mais um momento único na nossa terra. Com o cartaz que se apresenta estão reunidas as condições para ser um sucesso, deste modo, só falta cada um de nós garantir a sua presença e convencer vizinhos e amigos a levantarem o rabo do sofá e a mexerem-se, vão ver que se divertem. E, por favor, não digam que a vida está má etc etc, não é por uns poucos euros que a vida vai piorar e se quiserem poupar arranjem outras pioridades.
Este apelo ganhar maior sentido no caso dos pais, pois se os vossos filhos forem ainda pequenos faz todo o sentido que participem no Workshop Djembé, poderá ser para eles uma experiência inesquecível, sobretudo tendo em conta que têm acesso a culturas de outros povos, esse é o espírito do Tribal, o qual terá bons resultados caso compareçam netos, pais, avós, amigos, vizinhos, caso toda a malta compareça. E, mais uma vez por favor, não usem o termo tão em voga, "aqui não se passa nada", vamos acolá. É mais do que chegado o momento de assumir que se trata de uma excelente iniciativa, não sei porque esperam para comparecer, bora lá malta (como já tinha anunciado eu não posso estar presente por razões profissionais, mas tenho pena de não ir)

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publicado por José às 08:47
Segunda-feira, 03 / 07 / 06

TRIBAL 2006 FOLHADAL 15 de JULHO

Programação

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16:30 – Inicio de Feira de Artes


21:30 - Grupo de Teatro “A TRIBO”



22:20 – Workshop Djembé
(crianças do Folhadal)


22:35 – Kimbanda – Escola de Djembé & Doundoun Mondega


23:20 – Dança do Ventre


23:35 – D.O.M – Djembé Orchestra Mondega


01:00 – Bruxo Alexandrino


02:00 – Dj Steve “Reggae Sound”
publicado por José às 11:44
Blog do Folhadal e de todo o concelho de Nelas

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