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Sábado, 29 / 10 / 05

Onde fica o Folhadal?

Não gosto de alimentar polémicas sem sentido, todavia não deixo de comentar um dos comentários, provavelmente da autoria de H2N1, que na verdade por vezes assina também como BIOTECDOCTOR (ou então alguém usa o mesmo IP, se calhar não sabe que no Sapo fica identificado o IP).
O Folhadal pode ser uma pequena aldeia mas tem um papel importante na história da nossa região, foi concelho, naturalmente, antes de Nelas, assim como antes de Canas de Senhorim e mesmo de Senhorim. Entre outras referências sugiro a leitura da obra de José Pinto Loureiro, com várias edições, com o título: "Concelho de Nelas (Subsídios para a História da Beira)", editado pela autarquia, penso que está à venda na Tesouraria da pórpia Câmara Municipal de Nelas, pelo menos foi aí que adquiri o meu exemplar.
Com todo o respeito pelas gentes de Canas de Senhorim, incluindo quem deseja a elevação a concelho da localidade, mas penso que por vezes a cegueira relativamente a esse desejo faz certas pessoas perdem um pouco o respeito. Penso que não vale a pena estar a repetir que não sou nem contra nem a favor da criação de tal concelho, a questão é mais vasta. Aliás, ao que parece o Governo está a preparar profundas alterações na Administração Local, que podem levar à extinção ou à criação de freguesias e concelhos. Não conheço as propostas mas penso ser esse o caminho, resta saber qual, claro. O que não me parece ser caminho o mero separatismo, por razões mais afectivas do que concretas. Atenção q digo isto apontando apenas para quem apenas manda "bocas", como a pessoa que aqui inicialmente referi. Relativamente a todos outos, sempre afirmei que a luta das gnetes de Canas é uma luta nobre, revela a união do povo relativamente a uma causa que tomam como muito sua, o q merece todo o meu apreço e respeito. A questão, como tenho referido, eu e outras vozes, é saber como dar continuidade a essa luta face ao compromisso (que é um compromisso) assumido nas últimas eleições.
publicado por José às 16:42
Quinta-feira, 27 / 10 / 05

Peões em perigo! in Planalto Setembro ? 2005

Não fosse a questão de uma assinalável prioridade não voltaria a ela. Retomo-a dado risco a que os peões são sujeitos e uma vez ignorados os meus anteriores alertas. Para agravar o problema até a estrada alternativa, a dita antiga estrada do Folhadal, praticamente não tem passeios arranjados e seguros. Como já devem ter percebido estou a falar da estrada nova do Folhadal (ou Av. António Monteiro) que não tem qualquer passeio no curto troço entre a rotunda dos eucaliptos e a urbanização do Cachafal. Por conseguinte, o presente artigo, embora breve, é mais um alerta para que seja devidamente acautelada a segurança dos peões nesta via. Sabendo nós que é cada vez maior o número dos nossos conterrâneos que se serve desta via para uma caminhada no início das noites de verão.
Este descuido, por parte seja de quem for, configura uma situação de grave negligência, ou de pura irresponsabilidade, pois a ausência de qualquer passeio neste troço coloca em risco a vida dos peões e mesmo dos automobilistas, sem que ninguém se manifeste interessado em encontrar uma solução para o problema. O mais grave nisto tudo é que a avenida em causa tem poucos anos, fica por perceber se o projecto não previa a construção da totalidade dos respectivos passeios ou se esta foi sendo adiada. Não queria entrar em especulações mas fica de ideia de alguém, porventura, ter aguardado o avanço das urbanizações, pois com esse avanço ficaria resolvido o problema do acesso dos peões. O problema é que a situação parece arrastar-se indefinidamente, sem que ninguém de direito se imponha.

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As imagens de ambos os lados da via são elucidativas. Falhamos assim no que se pode designar como sendo pequenos pormenores, que podem e devem ser corrigidos. Fica por saber qual a nossa capacidade de resposta a situações de catástrofe, digo isto porque escrevo estas palavras numa altura em que o país e o mundo vivem momentos trágicos – o país vive um ano de extrema seca e de devastadores incêndios; o mundo foi agora afectado por furacões com uma intensidade desmedida, que paralelamente deixaram claro que até as grandes potências se esquecem de acautelar situações de risco.

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Ambas as imagens mostram claramente que apenas existe passeio quando existe construção de prédios, uma situação que não seria grave no caso desta via ser uma mera estrada, sem pessoas, sem casas, sem vida própria. Mas foi por algum motivo que alguém decidiu classificar esta via como Avenida. Importa é que se dignifique esse título e que se protejam devidamente peões e automobilistas. A questão que fica e que se impõe, quer nas vésperas de eleições, quer a um presidente A ou B, prende-se com o assumir de responsabilidades perante alguma fatalidade. Quem assume essa responsabilidade? Os peões desprovidos de uma parte da via? Ou automobilistas perante o “descuido” dos peões? Ou a autarquia por se ter esquecido de ambos? A resposta fica ao critério dos leitores, sem esquecer no caso da autarquia que a existir responsabilidade ela terá contornos políticos e técnicos, pois alguém decidiu a construção da via, alguém a projectou e alguém pelo menos fiscalizou os trabalhos.

José Gomes Ferreira


Nota Por manifesta falta de tempo só agora exibo penso que o último artigo publicado no nosso Planalto, confesso q de momento não tenho presente se falta inserir algum deles no blog
publicado por José às 19:14
Quarta-feira, 19 / 10 / 05

O que dizem alguns...

Penso q importa fazer referência ao q dizem algumas vozes sobre Canas de Senhorim, não q essa seja a minha opinião, mas porque todos têm direito a ter palavra. E o q esses "alguns" dizem é q Canas não sofre da indiferença dos poderes políticos, mas, pelo contrário, por tanto se manifestarem acaba por "sofrer" de descriminação positiva, ou seja, para esses outros "alguns", Canas acaba por ver benefício no seu lamento. Repito q esta não é a minha opinião, todavia é a opinião q escuto com frequência.
Penso q a questão de Canas, refiro-me neste ponto ao atraso desenvolvimentista, tem raízes históricas bem definidas, basta pensar no fim dos Fornos Eléctricos e das Minas da Urgeiriça, ainda me lembro de Canas grande, mas subitamente perdeu tudo isso e, é verdade, os poderes públicos não souberam ou não quiseram a seu tempo reverter o processo. Na verdade a única coisa q foi feita foi extremar posições. E aqui a culpa é de todos, pois o radicalismo de ambas as partes não foi favorável às populações, serviu apenas protagonismos pessoais.
Importa ainda salientar uma coisa q tenho dito repetidas vezes: o virar de costas de q Canas sofre não é apenas um problema com visibilidade em Canas, resulta de uma focagem exclusivamente na vila de Nelas, aliás à semelhança de Lisboa face ao país. O processo só se reverte colocando-se os políticos ao serviço do bem-comum, em vez de colocarem as populações ao seu serviço.
publicado por José às 10:47
Terça-feira, 18 / 10 / 05

Vamos deixar as diferenças de lado...

Penso q é chegado o momento de olhar para o futuro e de abandonar a crítica gratuita, estamos perante novos desafios e, por conseguinte, importa aproveitar esta oportunidade para se mudar o que estiver errado, o q implica abertura de parte a parte. Não adianta é continuar a discutir se este ou aquele serve aquele o o outro, penso q chegou o momento de cada um olhar para si e ver qual o contributo q pode dar no sentido de reverter um processo de afastamento do poder político dos cidadãos na nossa escala local.
Digo isto não por dever favores, não tenho qualquer compromisso político, nem quero com isto dizer q deixarei de reflectir sobre o nosso futuro, por certo não o farei, se de momento não o tenho feito é por razões pessoais (sobretudo porque não posso estar em todos os lados). Com isto quero dizer que deveremos deixar a nova equipa assumir o cargo para a qual foi eleita, cá estaremos para ver se cumprem as promessas e como as realizam. Naturalmente q também tenho diversos receios, é sobre estes q tenho falado aqui.
publicado por José às 11:34
Quinta-feira, 13 / 10 / 05

Coerência

Da forma q me é possível tenho tentado aludir a diversos problemas do concelho, sem deixar ninguém de parte, naturalmente com uma centralidade reconhecida no Folhadal, não em Nelas. E isto pela questão de proximidade e, claro está, de afectividade. Se não o faço em relação ao todo é por impossibilidade pessoal, até porque não moro aí. Mais ainda, não me cabe a mim, ou apenas a mim, dissertar acerca dos problemas locais, sabendo eu q a maioria dos cidadãos q de facto habitam no concelho estão mais preocupados em seguir a sua vida ou então ir saber quem ganhou o tal jogo de futebol. Sendo q quando se debruçam sobre as questões do interesse comum local é, a maior parte das vezes, ou defendendo os seus próprios interesses, ou manifestando uma atitude derrotista.
Sempre manifestei “preocupações de abrangência e representatividade”, não deixei de ser coerente. É verdade é q evitei meter-me ao barulho em todo o processo eleitoral (mesmo assim publiquei em co-autoria um pequeno artigo que se pode considera provocatório). E não me meti por duas ordens de razão: não sou eleitor no concelho; não me interessa a mera disputa política, digo isto porque a luta é dos aparelhos partidários e não se reflecte na discussão dos problemas, aliás esteve ausente qualquer tipo de discussão.
É claro é q não sou perfeito. Penso é q se ddeve contribuir para a discussão, no sentido da procura de soluções, dos problemas, ora entrar em disputa sobre quem disse mais ou menos, ou isto ou aquilo é gastar energias em vão. Não esperem p.f. tudo de mim, até porque não sou nenhuma figura local, também ser cacique não é coisa boa, sou apenas alguém q de fora, com ligações várias ao concelho, tenta com a sua experiência dar um pouco de si a uma causa q gostaria q fosse comum, embora podendo estar por vezes a seguir o caminho errado, mas é a debater as questões q se encontram as melhores respostas.
publicado por José às 10:33
Quinta-feira, 13 / 10 / 05

Esclarecimento

Penso q o facto de eu aludir à necessidade da existência ou não de uma pessoa de consensos para ultrapassar a cisão concelhia levou a interpretações q não pretendia. Repito q não tenho qualquer simpatia política, mais ainda, se o Dr. Correia tinha já ultrapassado o prazo de validade também é verdade que o processo de eleição da Dr.ª Isaura no mínimo deixa qualquer um na expectativa, aliás sobre isso falei no dia seguinte às eleições e em textos seguintes.
É verdade é q defendo, do ponto de vista teórico, a necessidade de rotatividade e a necessidade de se encontrar no contexto local uma figura de consenso, não afirmei é q a recém eleita fosse essa figura, sinceramente espero q sim, todavia recordo-me do q se falou na altura sobre a sua escolha, tendo sido preterido o líder da concelhia do partido maioritário. Ora, para q a Dr.ª Isaura possa ser essa figura de consenso no concelho terá, em primeira instância, de ser uma figura de consenso dentro da coligação, o q não parece ser tarefa fácil. Importa relembrar, para partidários eventualmente esquecidos, q assumir a presidência da autarquia equivale a servir o povo do concelho, quer os q votaram na candidata, quer todos os outros, quer os filiados nesses partidos, quer os indiferentes. Este parece-me ser o primeiro desafio a ultrapassar, q não se desfaz num momento, terá de acompanhar todo o mandato.
publicado por José às 09:19
Quarta-feira, 12 / 10 / 05

Eleições e coisas mais

Pela minha parte é indiferente quem seja o partido ou a pessoa a ocupar a presidência da autarquia, convém é q não seja uma pessoa apenas com génio para se agarrar à cadeira do poder e daí não querer sair. Claro q q tem de ser uma pessoa de trabalho, mas isso não basta, tem de ser igualmente uma pessoa de consensos e com a lucidez suficiente para perceber q o concelho tem de ser visto de uma forma integrada, não apenas quando visto por dentro, mas também na sua relação com a região e com país. Fica, por agora, a expectativa face à nova equipa.
Peço desculpa pelo facto de não ir comentar os diversos blogues mas ando num daqueles momentos que nem tempo para saber onde estou, por isso procuro deixar algumas respostas genéricas aqui. Uma dessas respostas prende-se a sugestão deixada relativamente à inclusão no jornal Planalto de uma reflexão sobre a discussão nos blogues. Penso q é algo q se pode fazer, todavia não penso q o "normal" leitor do jornal esteja muito preparado para essa discussão, penso q o Planalto tem um público-alvo específico, embora chegue também a outros perfis de públicos. Face a esse público-alvo e face ao âmbito local do jornal será mais oportuno deixar as páginas para publicar temáticas verdadeiramente locais e com uma linguagem própria. Um objectivo q se tem revelado dificil, sobretudo pela falta de participações efectivas na discussão de temáticas locais, fugindo ao fervor, tantas vezes vazio, da mera politiquice.
publicado por José às 10:34
Terça-feira, 11 / 10 / 05

Ainda sobre as eleições

Penso q algumas pessoas apenas sabem dizer mal, curiosamente sem saberem o q se passa. Estou a falar de mim próprio. Ao q parece não conhecem a minha posição sobre as matérias em causa, vou tentar recapitular algumas evitando qualquer discussão vão:
- Não sou eleitor em Nelas, embora tenha nascido no Folhadal
- Se fosse eleitor em Nelas não saberia em quem votar, sobretudo porque não tenho simpatias políticas
- Sou contra qualquer político que pretenda ficar eternamente na cadeira do poder
- Respeito a vontade do povo de Canas em ser concelho, contudo acho q o país não precisa de mais concelho, pelo contrário deveria pensar em reformar a administração local, porventura de forma a abolir os concelhos, mas isso é uma questão complexa para estar a debater aqui e agora, todavia nada tem de ultraje em relação a Canas.
- Embora tenha nascido no Folhadal tive durante vários anos da minha vida vivência suficiente em Canas e, principalmente, em Vale de Madeiros, para perceber q existe uma identidade própria q deve ser tida em conta.

Penso que estes pontos dão resposta a alguns dos comentários ao meu texto de ontem, relativamente à preocupação expressa tenho a dizer o seguinte. Sendo o mote de campanha da Dr.ª Isaura a unidade do concelho, o q aliás foi alvo de constestação no blog Canas & Senhorins, basta ver no arquivo, no minimo parece curiosa esta vitória. Não quero com isto dizer q existiu qualquer acordo secreto ou coisa do género, nada disso. A minha preocupação apenas se refere à situação criada: "como honrar o compromisso de unidade do concelho com todos os leitores?". Digo isto convicto de q o candidato derrutado em muito contribuiu para o cerrar de fileiras, não fosse ele e Canas e Nelas poderiam porventura viver em paz. Um último aspecto é igualmente encarado por mim com expectativa, não sei como vai a Dr.ª Isaura gerir a sua relação com os aparelhos dos partidos vencedores, sabendo nós q estão bem enraizados, uma questão q está para além de Canas.
Espero q com estas minhas palavras tenha dado resposta a alguns visitantes mais esquecidos, até porque não têm razão ao afirmarem determinadas coisas, embora viva longe penso q a minha intervenção local através do jornal Planalto ao longo já de vários anos deixa claro que não tenho colagens políticas, mais ainda, se alguém questionou do ponto de vista da sua intervenção junto das populações o Dr. Correira fui eu, sem esquecer a luta de Canas, falo no sentido de uma intervenção no singular.
publicado por José às 09:11
Segunda-feira, 10 / 10 / 05

Eleições, eleições...

Fico relativamente satisfeito com o processo eleitoral q culminou no dia de ontem com a eleição da candidata da oposição para a presidência da câmara municipal de Nelas. Como sabem não tenho simpatias políticas e defende alguma rotatividade na eleição, todavia não deixo de manifestar desde já alguma preocupação, ou pelo menos alguma expectativa face ao futuro, uma vez que a candidata agora presidente foi eleita à custa dos votos de Canas de Senhorim, o que no mínimo é estranho, pois o seu mote de campanha era a defesa da integridade do concelho...
publicado por José às 10:13
Terça-feira, 04 / 10 / 05

ETAR da prepotência

Lamentavelmente já se podem ver os trabalhos de escavação para a construção da ETAR próximo da Estrada da Felgueira. Apesar do meu apelo a autarquia não manifestou publicamente qualquer intenção em discutir a localização com a população. Por outro lado a população, ou grande parte dela, virou as costas à obra. Isto assim não me parece democracia, muito menos democracia participada, poise se de um lado é "posso, quero e mando", do outro lado é "está mal mas eles é que sabem, eles é que têm os livros". Assim se fecha os olhos a uma decisão com reflexos no futuro.
Claro que não sou contra a construção daquela infra-estrutura, bem pelo contrário, o que sempre defendi era o diálogo entre as partes e a abertura da autarquia à localização da ETAR umas centenas de metros mais abaixo, por motivos que não se prendem apenas com a ETAR em si, mas, e sobretudo, com a preservação de uma área cuja memória as gerações mais velhas guardam e que seria importante manter a alimentar. Para não falar nos impactos paisagísticos. Agora parece tarde de mais, sobretudo para sensibilizar as partes.
publicado por José às 09:46
Segunda-feira, 03 / 10 / 05

Eleições, eleições! Democracia, democracia?

Este fim de semana como foi do conhecimento de alguns estive por breves momentos na nossa terra. O que mais me espantou foi ver um autêntico arraial partidário, o que até é salutar, embora não tenha qualquer cor política nem me interessa como cidadão a luta política acho fascinante esse fervilhar de gente em redor do seu ideal. Esta foi basicamente a imagem da chegada.
De regresso à capital a imagem é bem mais impura, ainda estive para tirar uma foto mas como disse não me quero meter nesta coisa das eleições, defendo uma cidadania pró-activa em todos os momentos e não apenas num abanar das bandeiras partidárias no momento das eleições. A imagem q retenho, como estava a dizer, não é uma imagem de um país com uma democracia madura, em q cada uma das correntes partidárias é capaz de respeitar a outra. Posso estar enganado, mas achei estranho o facto de estar derrubado o cartaz colocado junto ao cemitério do nosso Folhadal, pertencente à candidata à autarquia. Estava muito vento no local, o q seria uma hipótese para a queda do cartaz. Fica no enfiamento da Estrada da Felgueira, o que poderia dar a sensação de ter sido acidente. Todavia não sei como é possível derrubar e vergar tubos assim.
Seja qual for a desculpa penso q o concelho, aliás à semelhança do q se passa no país, vive uma verdadeira guerra pela obtenção do poder, onde tudo parece legítimo, uma coisa parece certa, isto não é democracia.
publicado por José às 09:33
Blog do Folhadal e de todo o concelho de Nelas

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