Relativamente à Rua Curral do Concelho, agora denominada pelos vistos ao gosto do morador insatisfeito com o nome anterior, pelo que me foi dito é possível voltar a ter o mesmo nome, será para tal necessário organizar um abaixo-assinado. A questão que se coloca é a de saber se a insatisfação relativamente ao nome por parte desse morador é capaz de se sobrepor à história da nossa terra? Não me cabe a mim responder, embora seja pública a minha opinião, o que me causa perplexidade foi a aceitação da mudança por parte da autarquia sem ouvir mais ninguém, pois aqui não basta aplicar a lei, seja ela qual for, está em causa um testemunho que importa preservar.
Se tivesse que resumir as novidades mais recentes na nossa terra escolheria duas, ambas do conhecimento público. A primeira é do foro político, com o rearranjo inerente às últimas eleições para a Assebleia de Freguesia o Rui Barros tomou posso na Junta de Freguesia de Nelas, tarefa para a qual lhe desejo toda a sorte e alento. A segunda novidade também não é uma novidade, pois tenho alertado sistematicamente para o problema - falo das alterações climáticas e dos efeitos locais. Se a vindima se realizou logo no início de Setembro para quem não segue como antes o ritmo das culturas espanta que no final de Outubro se começa a apanha da azeitona. Onde irá tudo isto parar? É importante que o problema seja levado a debate à escala local, pois são os efeitos de proximidade os que mais cedo vamos sentir. Se é um facto que as tempestades noutros países nos causam alarmismo, é o que acontece à nossa porta que nos levará a mudar de comportamentos.
Não quis fazer seguir a minha queixa em período eleitoral para evitar politizar a questão, até porque tem sido uma prática de sucessivos elencos autárquicos, basta ver que a iluminação é subitamente interrompida, como se o Folhadal fosse o outro lado do mundo. É lamentável que na "construção" do passeio da Av. António Monteiro tenham ficado escassos metros a separar o Folhadal da sede de concelho. Merecemos sem dúvida ser tratados de outra forma, para não falar no facto doo risco que implica, pois no Inverno com a erva molhada que se aventurar a pé o melhor que tem a fazer é desviar-se pela estrada. Faço votos para que este problema seja resolvido em breve, pois bastará calcetar aqueles metros que nos separam da vida cosmopolita.
Não sei de quem foi a ideia e qual o objectivo, sei é que a mudança efectuada a médio prazo contribuirá para apagar da memória o facto do Folhadal ter sido concelho. Creio que com o nome anterior as pessoas desconhecendo a história da nossa terra colocaria a questão do porquê de tal nome. A que alguém responderia com os argumentos disponíveis que ali teria funcionado o equivalente a uma autarquia. Podendo o nome não ser feliz conferia identidade à rua, que assim se vê remetida a um lugar comum, sem beleza, sem história, sem identidade.
Este ano é um daqueles em que apetece estar um pouco distante, pois é só política, para nossa insatisfação não basta a poluição dos cartazes, a essa se adiciona a poluição das conversas. Julgava que só se falava sobre futebol mas o ano eleitoral mudou o figurino. Infelizmente as opções não são nenhumas, mas é preciso aceitar que faz parte do processo dito democrático. A única coisa que desejo mesmo é que tudo isto passe depressa e que deixem tudo pelo menos limpinho.
Como sabem tradicionalmente este perído está associado ao regresso à nossa terra de muitos dos nossos conterrâneos que outrora eles ou os pais (ou outras gerações) rumaram a outras paragens no sentido de conseguirem alcançar melhor nível de vida. Tempos houve que rara era a família que não tinha alguns dos seus entes mais próximos sobretudo em França e na Alemanha. A situação actual é diferente, incluindo os países de acolhimento. Seja como for, faço votos para que tenham uma boa estadia caso estejam de volta.
Votos de bom regresso![]()
Contrariando as vozes cujo único objectivo parece ser desdenhar a Associação para a Promoção da Região do Dão segue passo a passo o seu caminho, em primeiro lugar demonstrando que não é uma caminhada que alguém conseguirá realizar por si e, em segundo lugar, só uma atitude positiva face a uma iniciativa tão abrangente como esta permitirá que se alcance obra. Serviu o pequeno preâmbulo para dizer que somos sempre poucos nestas coisas, pelo facto contamos com o maior número que se queira associar e que queira trabalhar.
Uma vez que não pretendo transformar este blog em órgão oficial não posso deixar de informar que está em marcha uma campanha de captação de sócios, pelo que os interessados devem solicitar informações para o e-mail regiaododao@hotmail.com
Brevemente será criado um blog onde se pretendem divulgar as acções da Associação, nomeadamente, as iniciativas que venha a levar a efeito. Neste momento conta com um site (organizado a partir de uma plataforma gratuita) em http://aprdao.moogo.com, ainda em "obras" será progressivamente melhorado. Tem também um registo no Twitter em
http://twitter.com/aprdao (o registo no twitter tem como base o e-mail regiaododao@gmail.com)
Adenda:
foi entretanto criado o respectivo blog: http://aprdao.blogspot.com/
Até agora, segundo parece, o Serviço Nacional de Saúde tem conseguido conter a Gripe A, todavia ainda não se entrou na fase dos casos têm origem no próprio país, nessa altura, tendo em conta que os laboratórios querem é lucrar com tudo isto, não sei o que será de nós. Creio que se impõe cada vez mais a implementação de medidas de contenção à escala local, pois é uma escala a partir da qual será mais fácil identificar e conter o problema. Não tenho soluções milagrosas, acredito que a Direcção-geral de Saúde terá um plano em acção que passará por diversas fases, ainda assim, perante o aumento assustador de casos registado nos últimos dias, faz todo sentido lançar uma forte campanha de informação relativamente às situações de maior risco e às formas de minimizar o contágio. Caso contrário poderemos incorrer numa situação de pânico geral caso a pandemia de facto alastre. Até aqui nota-se que tem sido de alguma forma minimizados os riscos, ou por questões eleitoralistas ou para não criar pânico é o que tem sido feito, mas se as populações estiverem devidamente informadas será provavelmente menor a possibilidade de entrar em pânico, pois neste tipo de coisas não adianta esperar por milagres.
Foi apresentado no dia 5 de Junho, em Viseu, no I Congresso Internacional do Vinho do Dão - Inovação e Desenvolvimento o projecto "Património do vinho e da vinha da Região Demarcada do Dão". Trata-se, literalmente, de um projecto de fim-de-semana, que coordeno e realizo com um grupo de amigos, sem qualquer tipo de apoio até ao momento, exclusivamente custea-da pelos intervenientes. Tal como foi dito na altura, o projecto surge a partir da constatação do seguinte:
- A Região Demarcada do Vinho do Dão, embora tenha sido a primeira região de vinhos de pasto do país a ser regulamentada, regista um défice, de ordem e grandeza, na informação e conhecimento que sobre si gera e transmite ao público em geral.
- Carece, nomeadamente, de um exercício de sistematização relativamente a si própria, ao vinho que produz, à sua história e aos seus protagonistas.
- Ainda assim foram realizados/publicados alguns estudos, que importa ampliar e actualizar (neste caso na perspectiva do sociólogo).
Os seus objectivos passam por:
- Inventariar os principais momentos de mais de um século da Região Demarcada do Vinho do Dão (os seus protagonistas e as acções que desenvolveram).
- Mapear no terreno os produtores e engarrafadores, a história e o momento presente, as características da exploração: localização, área, elementos geomorfológicos, castas e produção, e identificando elementos de excelência
- Divulgar os resultados através de uma publicação em que se combinem texto e imagens, de modo reforçando os elementos cénicos típicos da actividade e o seu enquadramento na paisagem.
Acredito que seja assim um contributo no sentido da região se pensar a si própria e se dar a conhecer. Sendo que para o fazer contará com a minha experiência em investigação, especificamente em sociologia, embora numa área distinta, o ambiente.
O que apresentei no congresso de Viseu (xiii apresentações são sempre um stress) foram os objectivos, a problemática e metodologia, paralelamente a um esboço de inventariação dos principais marcos históricos, terminando com a apresentação de alguns dados sistematizados a partir da análise de entrevistas já realizadas.
A partir daqui o objectivo passa por prosseguir a recolha de terreno, veremos se algum mecenas nos ajuda com as despesas logísticas ou mesmo se surgem novos voluntários, pois trata-se, como devem imaginar, de um esforço colossal, dado que abrange os vários concelhos que integram a região demarcada do Dão (são 16 concelhos embora 2 deles não tenham oficialmente vinho de quinta).
Não pensem que falei em medo e fui o primeiro a remeter-me ao silêncio, omitindo exemplos, na verdade são vários. A seguir apresento alguns, sem a preocupação de fazer uma lista. Entretanto, não deixo de me congratular com o facto de estar em construção pelo menos um dos passeios na Av. António Monteiro, pena é que a estrada do Folhadal não mereça igual tratamento. Correndo o risco de ser, novamente, tomado como inimigo, devo dizer que não sirvo os interesses nem da oposição nem de ninguém, deixo os seguintes exemplos:
- Não sei o que é feito da ETAR das promessas, já nem peço o entubamento, pois seria um breve compensar das lacunas de um projecto herdado, só quero que funcione, assim como qualquer outra ETAR do concelho (e do país).
- Seria bom pelo menos debater-se a questão do estacionamento, pois é problemático.
- Que é feito do campo de futebol? Foi uma boa ilusão, se não se cumprir será apenas dinheiro esbanjado.
- Ao longo dos últimos dois anos (pelo menos) por vezes não ficou claro se a água das duas principais fontes era ou não própria para consumo. Sabendo que é a água escolhida para beber seria bom monitorizar a sua qualidade (se tal ainda não é feito) e transmitir a informação para a população...
Obviamente são exemplos de circunstância, pois creio ser importante não se perder o período eleitoral agora iniciado, daí dedicar algumas palavras com maior atenção ao blog e à nossa terra. Não ignoro, por outro lado, que alguns problemas são estruturais, é esse o caso da diminuição da natalidade, traduzida directamente no envelhecimento da população e sobretudo num crescimento demográfico negativo.
Não assumo o título como mera provocação, nesse caso tomado no sentido de vir a gerar novos contributos, tomo-o como referência ao momento. Relembre-se que a fala por vezes se toma como interdita, pelo menos quando tomada no seu sentido mais nobre, i. e., numa perspectiva crítica ou se quisermos, como expressão de cultura cultivada. Diluo aqui o confronto e a passividade, a letargia que nos deixa amorfos quando deveríamos reagir, o que nos interdita de escrutinar as oportunidades e contribuir para a mudança.
Vem tudo isto a propósito do PEEC (processo eleitoral em curso), mas que se pode aproveitar reavaliar outros campos sociais, políticos, económicos, culturais... Escuso-me a apresentar exemplos, pois têm sido constantemente agendados em vários registos, no entanto não deixo de manifestar a minha preocupação pelo não feito, pelas meras promessas de ocasião, paralelamente a uma ausência de mobilização cívica, que demove uns e transforme os poucos activos em desordeiros. Não é este o país democrático dos nossos sonhos, nem deveria ser esta a herança a legar, dissolvida no receio do confronto de opiniões e no prazer pelo estado moribundo em que nos colocamos, apenas rebatido pelo bate boca em relação à vida alheia ou por esse traço singular que é o desdém.
Embora não seja uma temática exclusiva da nossa terra não deixo de assinalar que hoje se comemora o Dia da Terra, aliás o 39.º aniversário após em 1970 milhões de americanos se terem manifestado contra a poluição. Infelizmente os problemas ambientais não diminuíram, bem pelo contrário, mas a atenção política, mediática e da opinião pública virou-se quase exclusivamente para a mera luta pelo poder e pelo dinheiro. Os defensores do ambiente são ainda um pouco por todo lado, com especial leitura no nosso país, identificados como os maluquinhos, embora seja um facto que alguns exageram, a causa ambiental deveria ser uma causa comum, deveria fazer parte dos valores de cidadania, mas como noutras esferas cada um está mais tentado em olhar para o seu umbigo. Celebre-se hoje e nos restantes dias o Dia da Terra.
Como manda a tradição, embora ameaçada por exemplo pelo calendário escolar, a segunda e terça-feira de Páscoa são dias de festa na nossa terra. Segunda-feira é o dia da bênção da cruz e do baile na sede da Associação. Terça-feira, como sabem, é o dia dedicado à nossa padroeira, realizando-se missa na Igreja de Nossa Senhora da Tosse, seguida da procissão e romaria dos fieis, sendo no final leiloadas as diversas oferendas.
Relativamente aos bailes, têm início às 21:30 e seguem o seguinte programa:
De referir que deixo apenas um pequeno texto sobre a Nossa Senhora da Tosse pelo facto de ter sido alertado, num comentário, para o facto da RTP se ter referido a ela, o que até ao momento não consegui confirmar. Tenho nos últimos dias tentado confirmar a hora da procissão e romaria que tradicionalmente se realiza na terça-feira de Páscoa, mas até ao momento foi em vão. Mas se de facto a RTP se referiu à nossa padroeira certamente o Folhadal reviverá tempos de outrora, com a procissão repleta de fieis a percorrem a nossa aldeia e a cumprirem as suas promessas.
Relativamente à questão colocada pelo Sr. Moreira da Costa, que na sua qualidade de coleccionador de imagens de Nossa Senhora pretende saber se pode adquirir uma réplica de Nossa Senhora da Tosse, não lhe posso responder. Creio que o melhor será tentar falar com algum dos mordomos designados ou com o Sr. padre em Nelas. De qualquer forma o melhor será juntar-se aos peregrinos na procissão e a partir daí falar com as pessoas mais directamente envolvidas.
Já agora por falar em Carvalhal Redondo é lamentável que a estrada velha para Nelas esteja naquele estado, sei que a desculpa é a crise, todavia o problema não é novo, começo a acreditar que foi votada ao abandono. Obviamente as populações também têm culpas, pois também nesta matéria quem cala consente.
No início tudo parecia ir bem encaminhado, subitamente a construção do campo de futebol do Folhadal encalhou, o que é pena. Sei que algumas pensam que se trata de uma estrutura inútil, basta ver o que acontece com o de Carvalhal Redondo, um antro de silvas. Todavia, se não se construírem as estruturas nunca saberemos o uso que vão ter. O local até nem é mau de todo, sobretudo do ponto de vista paisagístico, o problema está no esforço desmesurado para concretizar os objectivos. Não sei o que contribuiu para que as obras estejam paradas, mas como é ano de eleições creio que todos contamos com a sua concretização e digo isto sem qualquer intenção, uma vez poder-se afirmar ser natural que as coisas assim sejam.
Se nos faltar o património temos a paisagem que nos enriquece o ânimo e nos eleva bem alto. Provavelmente já os nossos antepassados o fariam, pois é certo que o Folhadal mais antigo está todo debruçado sobre o rio Mondego e sobre a Serra da Estrela. Embora isso se deva em parte ao facto do povoamento se organizar em face da actividade agrícola e eventualmente da pastorícia não deixa de ser curioso. É preciso lembrar que a vila de Nelas tem existência recente.
Durante 2008 falou-se por diversas vezes da possibilidade de se organizarem caminhadas pelos sítios cuja riqueza patrimonial e simbólica merece que se faça algo, nomeadamente de modo a retirá-los do esquecimento. Como sabem tenho tentado deixar aqui nota de alguns desses locais, recorrendo sobretudo a imagens, contudo isso não basta, até porque ainda não consegui identificar todo o património de forma sistemática. Ora, este esforço deve-nos incluir a todos, quer cidadãos, quer autarcas e até mesmo as escolas.
No sentido de se lançarem as bases para alguma iniciativa a concretizar logo que as condições atmosféricas o permitam apelo aos autarcas, leia-se à Câmara Municipal de Nelas e Junta de Freguesa de Nelas, para que sejam os primeiros colaborar procedendo à limpeza da encosta do Buraco da Moira e da Orca do Folhadal. Acredito que essa intervenção permita reavivar a lenda do Buraco da Moira e dar a conhecer a Orca do Folhadal, assim como outros elementos do património da nossa terra, nomeadamente, as sepulturas antropomórficas existentes, o pelourinho, a Igreja, o marco geodésico e a Rua do Curral do Concelho, nomeadamente a sua importância histórica.
Como referi as escolas podem e devem participar, pois seria extremamente importante que fossem os mais novos a proceder à recolha de testemunhos junto de quem ainda se lembra e sabe. Na fase seguinte seriam eles os guias, cabendo a cada grupo explicar um pouco de cada monumento. Creio que ser possível organizar actividades que envolvam todas as gerações, recorrendo a vários formatos. Pela parte que me toca gostaria de concretizar uma ideia simples que tenho em mente, mas obviamente que colaborarei de forma nas iniciativas a concretizar, contando desde já que os autarcas escutam as nossas preces.
Relativamente ao comentário sobre se paragem do blog devo reconhecer que de facto não tem merecido a atenção que desejaria. É um facto que viver a 300km não ajuda e não me posso dedicar a tudo, se por um lado me dedico igualmente à dinamização do blog de Nelas, por outro lado, 2008 foi um ano exigente em termos de saúde e na dedicação necessária à minha proposta de doutoramento, o que me tem afastado da nossa terra e quando tal acontece tenho outras iniciativas que gostaria de concretizar. Não quero com isto dizer que deixo de lado a nossa terra, tem aliás um vasto património por identificar e divulgar, infelizmente nem as condições atmosféricas têm ajudado, mas certamente as oportunidades não vão faltar.
Sabiam que existe uma zona na ilha da Madeira chamada Folhadal? Pois é, de facto existe, localiza-se na Encumeada. Nesse caso o nome fica a dever-se à quantidade de Folhados (Clethra arborea) que por lá se encontram. Se quiserem ver algo sobre o local sugiro este link, mas tem mais claro.
Votos de Boas Festas
Mais uma vez se cumpriu a tradição, no nosso Folhadal, no Largo do Comércio, a fogueira arde e aquece o povo em seu redor. Uma tradição longe da invenção do pai natal, mas sim ligada à terra e neste caso à floresta, a qual cada vez fornece menos madeira para queimar e festejar o Natal.
Votos de Boas Festas
Este Natal e daqui a cerca de uma semana a passagem de ano representam mais do que um simples momento no calendário e mais do que uma celebração religiosa e da família. Este ano representam, assim se espera um ruptura no modelo civilizacional até agora em curso. infelizmente não vai terminar a exploração do homem, nem as guerras, nem o egoísmo. Contudo este talvez seja o momento para a civilização reconhecer os seus erros, sobretudo a civilização dita ocidental e as suas formas de apropriação em diversos países, quer pela dominação, quer pela adaptação a contextos locais. Seria importante em 2009 não se esquecer tudo isso e nesse enquadramento dar mais voz à nossa terra, nomeadamente por o novo ano será politicamente recheado de actividades, desde que não esqueçam os cidadãos que somos. VOTOS DE BOAS FESTAS.
Ó Folhadal, que lindo és
Tens o Mondego, mesmo aos teus pés
Terra bendita, ó vida a minha
De todas és, a mais bonita
Folhadal do vinho bom
E das belas raparigas
És cantada em Madragais
Ao som das nossas cantigas
E na hora do progresso
A caminhar, és primeiro
Eis avante num sucesso
Na conquista derradeira
Ó Folhadal, que lindo és
Tens o Mondego, mesmo aos teus pés
Terra bendita, ó vida a minha
De todas és, a mais bonita
Do alto ali de Nelas
Voltando as costas à serra
Reparamos com espanto
Lavradores lavrando as terras
E na hora do progresso
A caminhar, és primeiro
Eis avante num sucesso
Na conquista derradeira
Ó Folhadal, que lindo és
Tens o Mondego, mesmo aos teus pés
Terra bendita, ó vida a minha
De todas és, a mais bonita
Como podem ver esta é a letra da música dedicada em tempos idos pelo agrupamento Diapasão à nossa terra, caso tenham conhecimento de alguma gravação p.f. digam, nomeadamente o nome da canção e caso exista gravação que se possa partilhar.